Newsletter • Ano VII • Nº292




Solicitamos à todos os sócios que entrem em contato com a secretaría da Sinagoga, afim de atualizar ou completar os dados cadastrais.



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Mensagem da Parashá Tetsavê

Pedras com coração humano

Quando o Sumo Sacerdote realizava o serviço no Templo, ele não o fazia na qualidade de alto dignitário, mas, sim, como um emissário que lealmente representava toda a nação.

Após a leitura do trecho anterior da Torá que tratava da construção do Mishkan –- o Tabernáculo --, a parashá desta semana, Tetsavê, aborda a vestimenta dos Kohen. Essa roupa, feita especialmente para o trabalho dos sacerdotes no Templo, era tecida e costurada em detalhes. Os materiais de que a vestimenta era constituída e a maneira como eram preparados eram o produto de uma escolha deliberada e de grande significado.

Já se escreveu muito a respeito do significado da roupa que os Kohen portavam, mas, aqui, o foco incidirá não na roupa em si mesma, mas nas pedras que as compunham.

A vestimenta do Kohen Gadol, o Sumo Sacerdote, incluía oito peças de roupa, duas das quais eram o choshen – a placa peitoral – e o efod – o colete. O choshen era uma peça quadrada de metal que vinha presa ao peito do Sumo Sacerdote. Doze pedras eram incrustadas no tecido, gravadas com os nomes das Doze Tribos de Israel. O colete era uma espécie de avental com correias que se prendiam aos ombros e que revestia o corpo do Sumo Sacerdote. Nas correias do efod, mais duas pedras eram colocadas, cada uma sobre um dos ombros do sacerdote, trazendo igualmente gravados os nomes das Doze Tribos.

Quando o Sumo Sacerdote realizava o serviço no Templo, ele não o fazia na qualidade particular de alto dignitário, mas, sim, como um emissário que lealmente representava toda a nação. Essa condição ficava manifesta pelo fato de portar os nomes das Doze Tribos –- a nação inteira, portanto – costuradas à sua veste.

Mas por que era, então, necessário representar a nação duas vezes –- tanto nos ombros do Sumo Sacerdote como em seu peito? Essas pedras não estavam ali apenas como uma representação da nação no Templo, mas como uma condição necessária para o trabalho no Templo. Uma condição com dois significados, daí estar a nação gravada duas vezes, tanto nos ombros, como sobre o coração do Sumo Sacerdote.

Quando o Kohen dava início a seu trabalho no Templo, ele devia carregar consigo a nação em seu coração e nos seus ombros.

Carregar a nação no coração expressava a internalização, pelo sacerdote, das necessidades de cada pessoa. Se o Kohen estivesse distanciado da nação, e se fosse incapaz de carregá-la em seu coração, ele também se mostraria incapaz de aproximar-se de D-us. São pré-condições para a devoção a D-us a inteireza, a paz, a preocupação com o outro e com suas necessidades, e a capacidade de amá-lo. É por isso que se diz de Aaron, o Sacerdote, que ele era um dos “que amavam e buscavam a paz, pelo amor ao próximo e por trazer as pessoas para junto da Torá”.

No entanto, isso não bastava. A nação não devia estar somente no coração do sacerdote, mas igualmente sobre seus ombros.

Carregá-la nos ombros implicava assumir real responsabilidade pelos que dela faziam parte. Carregá-la nos ombros implicava assumir o encargo de liderá-la, com tudo que disso decorria, com a total crença e fé em que, por ser líder, o sacerdote deve atentar para a nação e ser um baluarte por sua sustentação.

É interessante estabelecer uma distinção entre as pedras sobre o coração e aquelas que ficavam nos ombros. À frente do coração do sacerdote havia 12 pedras de pequena dimensão, cada uma trazendo gravado o nome de uma das Doze Tribos de Israel. Sobre os seus ombros, entretanto, só havia duas –- uma de cada lado – e em cada uma delas estavam gravados os nomes de seis tribos.

A paz entre os homens, a capacidade de segurar a dor do outro e a de internalizá-la em seu coração formam um atributo individual.

Somente quando olhamos e atentamos para o outro como um indivíduo com valor próprio somos capazes de perceber e sentir os mais profundos e sinceros sentimentos a seu respeito. Por tal razão, doze pedras individuais, representando cada indivíduo por si mesmo, ficavam à altura do coração do sacerdote. Mas ele levava o encargo e a responsabilidade, não tanto pelo destino de cada um como, sobretudo, pelo destino da nação como um todo. Por isso, era mais adequado gravar juntos os nomes das tribos em apenas duas pedras que o Sumo Sacerdote trazia sobre seus ombros.

Shabat Shalom!
Rabino Isaac Benzaquen

 





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Caros correligionarios,

Recentemente iniciamos uma coleta de fundos visando doar a quantia de 5.000,00 USD para a “Respiratory Research Unit” do Hospital Shaare Zedek, de Jerusalém. A referida unidade, chefiada pelo Prof. Gabriel Izbicki, é coordenada pelo nosso associado e querido amigo Dr. Abraham Bohadana.

Balanço até o dia 10/07/2015:

Ítem Valor
Numero de doadores 9
Soma coletada USD US$ 3,000.00
Saldo USD US$ 2,000.00

Todos que desejarem podem entregar suas contribuiçoes ao Rabino Benzaquen.

Obrigado antecipadamente,
Rabino Isaac Benzaquen

PS: A doação dará direito a uma placa de agradecimento a Sinagoga Shel Guemilut Hassadim a ser colocada em local apropriado no Hospital Shaare Zedek.




aniversario

ANIVERSÁRIOS HOMENS

Dom. 25-Fev. Daniel Benzecry Serruya
Léo Roffé Zagury
Marcelo Rubim Benchimol
Ter. 27-Fev. Daniel Hanan
Qua.28-Fev. Luíz Neustadt Filho
Qui. 1-Mar. Iuri Nigri


ANIVERSÁRIOS MULHERES


Sáb. 24-Fev. Eliane Zagury
Dom. 25-Fev. Belinha Eshriqui Benzecry
Diana Kelman Frajtag
Seg. 26-Fev. Gladys Delmar
Meri Toledano
Ter. 27-Fev. Clara Neiman Grinberg
Esther Arotchas
Qui. 1-Mar. Nelly Yahni Bensussan
Rica Nahon Bentes
Stella Garber






ANIVERSÁRIOS DE CASAMENTO

Dom. 25-Fev. Celso e Vânia Benjó





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NAHALOT HOMENS

Dom .25-Fev. Benjamin Cantoni
Moshe Itschak Benchimol Bar Orduenha
Moysés Pinhas Assayag Bar Estrela
Seg. 26-Fev. Alberto Solon
José Abraham Serfaty
Mayer Ambar Bar Habuba
Raphael Abitbol
Ter. 27-Fev. Moysés Eshriqui Bar Hana
Raphael Migueres Bar Sultana
Qua. 28-Fev. Abraham José Cohen Bar Rica
Eliahu Balassiano Ben Faride
Semtov Dreblatt Sequerra
Qui. 1-Mar. José Isaac Benoliel
Jose Tayah Bar Hanum
Sex. 2-Mar. Jacques Jaime Abecassis Bar Luna
Jose Guerchon Bar Lela
José Guerson Benarrosh
Marcos Isaac Bentes


NAHALOT MULHERES



Sáb. 24-Fev. Alegria Hatchuel Benoliel
Alegria Levy Bat Sultana
Marcella Naar Bat Luna
Miriam Sequerra Bat Avraham Avinu
Stella Serfaty Bat Léa
Rosa Capelouto
Dom .25-Fev. Mary Assayag Levy Bat Sol
Messody (Lili) Azulay Bat Clara
Yeti Mezrahi Caboudy Bat Sara
Seg. 26-Fev. Halia Sicsu Pazuello Bat Rachel
Ter. 27-Fev. Nina Siqueira Benchimol
Qua. 28-Fev. Piedade (Ráchma) Farache Assayag Bat Esther
Sarah Tayah Bat Simbol
Qui. 1-Mar. Estrela Bohadana Pazuelo
Luna Azancoth
Simy Gagy Auday Bat Julia
Sex. 2-Mar. Leonor Sarraf Azancoth
Simy Levy Rogério Bat Shaba





Ninguém pode amar o que não conhece. Uma pessoa não pode fazer ou entender o que nunca aprendeu.
Um Judeu é ordenado a estudar Torá de dia e de noite e ensiná-la a seus filhos. Se quisermos que nossa família permaneça Judia e que nossos filhos se casem dentro da comunidade, então devemos integrar um programa de estudo de Torá em nossas vidas e implementar estes ensinamentos em nosso lar e em nós mesmos.


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